Política de Privacidade

LucaoLabs Studio (beta) — atualizada em 23 de outubro de 2026

Este é um site pessoal e de pequena escala. O texto e as imagens são gerados por modelos que rodam num computador particular do responsável pelo site, não em serviços de terceiros. Nada do que você escreve aqui é enviado para empresas de inteligência artificial.

O que é coletado

Se você entrar com sua conta Google, recebemos do Google apenas seu e-mail, seu nome, sua foto de perfil e um identificador da conta — e desses quatro só dois ficam guardados aqui: o e-mail e o identificador. O seu nome e a sua foto de perfil são usados para nada e descartados no mesmo instante em que chegam. Até 9 de outubro de 2026 o endereço da foto ficava guardado junto com a sua conta, sem nunca ser mostrado em tela nenhuma; nessa data ele foi apagado de todas as contas e o site parou de gravá-lo. Não temos acesso à sua senha, nem ao seu Gmail, Drive, contatos, agenda ou qualquer outro dado da sua conta.

Se você criar conta com usuário e senha, guardamos o nome de usuário e a senha em forma cifrada (PBKDF2-SHA256), da qual não é possível recuperar a senha original. Nesse caminho o nome de usuário é o que você escolhe.

De onde vem o seu nome de usuário, se a conta nasceu pelo Google. O site não pergunta qual você quer: ele monta um a partir do que vem antes do @ do seu e-mail, em minúsculas e sem os caracteres que não sejam letras, números, _ ou -. Um e-mail como nome.sobrenome1985@exemplo.com vira o nome de usuário nomesobrenome1985 (e, se esse nome já estiver em uso por outra conta, um número é acrescentado ao fim). É esse nome que as outras pessoas com conta no site veem quando você marca uma imagem para o mural — o seu e-mail não é mostrado a elas em nenhuma tela, e a sua foto de perfil não é mostrada a ninguém porque o site não a guarda. Vale saber disso na hora de escolher com qual e-mail entrar: se o começo do seu endereço for o seu nome completo, é ele que vai aparecer. Hoje o nome de usuário não pode ser trocado depois — nem por você, nem pelo administrador —, porque é por ele que o registro de pesquisas descrito abaixo atribui cada pesquisa a quem a fez, e um nome que mudasse deixaria aquele registro apontando para ninguém.

Durante o uso, ficam guardados: os pedidos de imagem que você escreve, as imagens geradas, e a data e o resultado de cada geração. O servidor também registra o endereço IP de tentativas de login que falham, para bloquear ataques de força bruta, e mantém registros de acesso do servidor web por tempo limitado.

Às vezes o site acrescenta palavras ao seu pedido, e é esse pedido inteiro que fica guardado. Acontece quando você escolhe um estilo (as palavras daquele estilo entram junto) e quando escolhe o jeito de desenhar que usa o traço treinado (o site escreve a palavra que faz aquele traço aparecer — a tela mostra qual é, ao lado da opção). É esse texto — o seu, com o que o site acrescentou — que fica no banco de dados, que a sua galeria mostra e que outras pessoas leem se você marcar a imagem para o mural ou criar um link público dela.

O que o site deixou de guardar em 5 de setembro de 2026. Até essa data havia um chat, e com ele ficavam guardadas as suas conversas e cada mensagem delas, a memória que o assistente anotava sobre você (se você a tivesse ligado), as tarefas agendadas do seu perfil e o vínculo com o bot do Telegram. Havia também transcrição de gravação e um gerador de música. Tudo isso saiu naquele dia e nenhuma dessas coisas volta a ser coletada.

Naquele mesmo dia saiu também a biblioteca de vídeos, e com ela os três registros que ela guardava sobre você. Ela voltou em 24 de setembro de 2026, a pedido do responsável pelo site, e com ela voltaram os três: o que eles são e o que o site faz com eles está escrito na seção A biblioteca de vídeos, mais abaixo. Se você leu aqui, entre 5 e 24 de setembro, que aquilo tinha deixado de ser guardado, esta é a linha que diz que voltou a ser — e é por isso que ela existe. O que já estava gravado continua no banco de dados do servidor — apagá-lo é decisão do responsável pelo site, e você pode pedir a exclusão pelo contato no fim desta página, como sempre pôde.

A conta do dia. Para aplicar o limite diário, o site guarda na sua conta quantos pedidos você fez hoje ao modelo de texto — um número e a data, e nada do que você escreveu. Entram nessa conta os gestos que ocupam o modelo de texto do computador do dono: pedir um ícone por uma frase, usar o ✨ Melhorar com IA em qualquer uma das caixas em que ele aparece — o pedido de uma imagem, o de um vídeo escrito, o lugar que você quer atrás de você em Tirar o fundo, o que entra no pedaço que você pintou no 🖌 e o que acontece no vídeo do 🎬 — ou o Refinar de uma imagem, escrever o som de um vídeo no 🔊 (escolher um dos sons prontos da lista não entra, porque não abre o modelo). Ele zera sozinho quando o dia vira e some junto com a conta. O que ele conta é o pedido, e não o que sobrou na tela.

Clipes de vídeo (o 🎬 da galeria). Você pode transformar uma imagem sua em até 5 segundos de vídeo. O arquivo de vídeo fica guardado no servidor do site, junto com o pedido que descreve a cena, a data, o nome do arquivo da imagem que serviu de primeiro quadro e os ajustes que você escolheu em "Mais opções" (quantos segundos, quanto pode se mexer e o que se mexe). Esse pedido é o da própria imagem, a não ser que você escreva o que acontece no vídeo em "Mais opções": aí o guardado com o clipe é a sua frase, e ela passa pela lista de expressões recusadas como o pedido de uma imagem — recusada, fica registrada com a sua conta. Só você vê os seus clipes — e o administrador, pelo mesmo motivo e na mesma medida em que ele vê as imagens — até você marcar um clipe para o mural, com o 📌; a partir daí as outras pessoas com conta neste site o assistem, com som, e veem o pedido que descreve a cena e o seu nome de usuário, como acontece com as imagens (a seção Mural do site, mais abaixo, explica isso por inteiro). Um clipe não tem link público e não aparece em nenhuma tela aberta a quem não tem conta. Quando você exclui um clipe, o arquivo sai do disco e a linha sai do banco na mesma hora; excluir a conta leva os clipes junto, como leva as imagens e os documentos. Excluir a imagem que gerou o clipe não apaga o clipe: ele é um arquivo próprio, e o que ele perde é apenas a miniatura de capa — junto com ela sai do banco também o nome daquele arquivo, que era a última coisa guardada aqui a citar a imagem excluída. O botão Excluir tudo o que eu criei, no pé da sua Galeria, apaga de uma vez as suas imagens e os seus clipes — inclusive os que estiverem no mural, que saem de lá junto. Os seus documentos e os seus ícones salvos não saem por esse botão.

Vídeo escrito, sem imagem nenhuma antes. Na galeria você também pode pedir um vídeo só com palavras, sem partir de uma imagem sua. O que fica guardado é o mesmo do parágrafo acima — o arquivo no servidor, a data, o pedido que você escreveu e os ajustes que você escolheu (o formato e quantos segundos) —, menos o nome do arquivo da imagem de primeiro quadro, que nesse caminho não existe: por isso o clipe aparece na sua lista de vídeos sem miniatura de capa. Ele conta no mesmo limite diário dos outros clipes, e não no das imagens. O pedido que você escreve passa pela lista de expressões recusadas, como o de uma imagem: recusado, ele fica registrado com a sua conta.

Animar uma foto sua, enviada na hora. Naquela mesma caixa da galeria você pode escolher uma foto do seu aparelho — pelo seletor de arquivo, arrastando-a para a área, ou colando com Ctrl+V — e ela vira o primeiro quadro do vídeo. Essa foto não é guardada no servidor do site: ela é reduzida no seu próprio navegador antes de sair e repassada ao computador que executa os modelos, onde uma cópia de trabalho fica na pasta de entrada dele até que o responsável a apague. O que fica guardado aqui é o mesmo dos parágrafos acima — o arquivo de vídeo no servidor, a data, os ajustes e o nome da cópia que foi para o computador de casa —, e nunca a foto original. O pedido é opcional neste caminho (sem ele, o computador anima o que vê na foto); se você escrever um, ele passa pela lista de expressões recusadas como o de uma imagem, e recusado fica registrado com a sua conta. Se você não escrever nada, não há texto seu para guardar — e no lugar dele fica um nome que o site escreveu: "foto animada". É essa palavra que aparece na legenda do clipe na sua lista, no cartão dele caso você o publique no mural, no nome do arquivo que você baixa e no aviso que chega ao seu celular; ela não foi digitada por você, não é mandada ao computador que executa os modelos e não entra no registro de pesquisas. Ele conta no mesmo limite diário dos outros clipes.

Pôr som num clipe (o 🔊 da lista de vídeos). Um clipe do 🎬 sai mudo, e você pode pedir um efeito sonoro para ele. O que fica guardado é um clipe novo, com as mesmas regras do parágrafo acima — o arquivo no servidor, a data, o nome do arquivo da imagem que serviu de cartaz — mais o nome do som, em português, que é o que aparece na etiqueta dele na lista — e também no cartão dele, caso você publique o vídeo no mural, e o nome do arquivo do clipe mudo de onde ele saiu, que é o que permite a lista avisar que aquele vídeo já ganhou som antes. Há dois caminhos para chegar nesse som, e eles guardam coisas diferentes:

O arquivo de áudio do efeito sonoro não é guardado em nenhum dos dois caminhos: ele nasce na placa, é juntado ao vídeo ali mesmo e não vira um arquivo separado no disco. O clipe mudo continua onde estava, inteiro: pôr som não substitui nem apaga o original, e excluir um dos dois não apaga o outro. Quando você exclui o clipe mudo, o nome dele sai junto do clipe com som, como acontece com a imagem que virou vídeo: o que fica é um clipe com o efeito sonoro e sem nenhuma citação do arquivo que você excluiu.

Baixar um clipe como GIF ou como MP4 (os botões GIF e MP4 da lista de vídeos). Além do vídeo, você pode baixar um clipe seu em GIF, que é o formato aceito pelo WhatsApp e por outros aplicativos de mensagem — e, se o vídeo for de uma figura sem fundo, também em MP4, que é o formato que qualquer aplicativo abre como vídeo. As duas conversões são feitas neste servidor: elas não passam pelo computador do dono, não usam a placa de vídeo e não mandam o seu vídeo para lugar nenhum. O arquivo convertido fica guardado ao lado do clipe, no mesmo servidor e com as mesmas regras dele: só você o alcança, ele não tem link público, e quando você exclui o clipe — ou a sua conta — ele sai do disco na mesma hora. O GIF é feito na primeira vez que você pede e reaproveitado nas outras, para não gastar o servidor duas vezes com o mesmo vídeo. Já o MP4 é feito sozinho, assim que o vídeo fica pronto, mesmo que você nunca toque naquele botão — é para que ele já esteja lá quando você tocar. Nos dois casos o arquivo é feito uma vez só, e não fica registrado quando nem quantas vezes você baixou.

Documentos que você envia. O arquivo que você manda pela tela Documentos fica guardado no servidor do site, e o texto dele é dividido em trechos e indexado para que dê para procurar dentro dele depois. Ficam registrados o nome do arquivo, o tamanho e a data do envio. Só você vê os seus documentos: a busca nunca alcança o arquivo de outra pessoa. Quando você exclui um documento, o arquivo sai do disco e os trechos indexados saem do banco de dados, na mesma hora. Um envio que falha também não deixa nada indexado: os trechos que já tinham entrado saem junto com a marca de erro, e a busca só alcança arquivo que terminou de ser lido. Se houver um modelo de embeddings carregado, o texto dos trechos é enviado ao computador que executa os modelos para ser convertido em números — pelo mesmo caminho cifrado do resto, e sem passar por nenhuma empresa. O que você escreve no campo de procurar segue esse mesmo caminho, pelo mesmo motivo, e não fica registrado: procurar dentro do seu arquivo não sai deste servidor para a internet, então não entra no registro de pesquisas descrito no parágrafo seguinte nem em nenhum outro — nem para o administrador.

Pesquisas na internet. Desde 05/09/2026 quem pesquisa é uma chave de API deste site — pela rota /v1/buscar ou pelas ferramentas que ele publica por MCP; não há mais busca pela tela, porque não há mais chat. A consulta continua sendo feita a partir do servidor — e por isso fica registrada junto com o nome de usuário da conta dona da chave, a data e o endereço IP. Esse registro existe para que o responsável pelo site consiga saber de quem partiu cada pesquisa, já que todas saem do mesmo endereço. Ele é apagado automaticamente depois do prazo definido pelo administrador, hoje de 90 dias. Este é o único registro que não sai junto com a sua conta: se a conta for excluída, o nome de usuário, a consulta, o endereço IP e a data continuam guardados até esse prazo acabar — é o que permite dizer de quem partiu cada pesquisa feita a partir deste servidor, e por isso ele não pode ser apagado a pedido. Enquanto esse registro existir, o nome de usuário da conta excluída continua reservado — ninguém pode criar uma conta nova com ele —, para que o mesmo nome nunca aponte para duas pessoas diferentes. Quando a última linha do registro é apagada pelo prazo acima, o nome volta a ficar disponível. No painel do responsável, as linhas de uma conta já excluída aparecem marcadas como tal. Algumas expressões são recusadas pelo site — em pesquisas, em endereços abertos, em pedidos de imagem, em pedidos de ícone, no som que você escreve no 🔊 —, e a tentativa também fica registrada com o seu nome de usuário, do jeito que você a escreveu. Há ainda, no painel do responsável, dois filtros históricos: pedidos de música, das letras recusadas enquanto o gerador de música existiu, e assuntos de post, de quando o site escrevia a página de um post de blog — o que foi registrado não deixa de ter sido.

O Fotonovela, do administrador. O segundo site do administrador (fotonovela.lucaolabs.tech, descrito nos Termos de Uso) entra por este site: quem abre o item dele no menu é levado até lá já identificado, e a conta usada é a desta casa. Nenhuma conta comum alcança aquele endereço, e ele não lê nada das outras contas daqui. O que ele deixa aqui é o mesmo que um pedido de imagem deixa: cada pedido de desenho que ele manda à placa fica no registro de pesquisas acima, com o nome de usuário dele e a palavra fotonovela no lugar do endereço IP — o pedido sai daquele site e não de um navegador —, e a tentativa recusada pela lista de expressões também. O tempo de placa entra no extrato de uso dele. As histórias, os quadros e o resto ficam no banco de dados do próprio Fotonovela, neste mesmo servidor.

Ícones animados, e o som que você escreve. A frase que você escreve na tela de ícones — e a que você escreve no 🔊 de um vídeo, para pedir um efeito sonoro com as suas palavras — vai para o modelo no computador de casa, e não sai de lá: não há busca na internet em nenhum dos dois caminhos. O pedido em si não é guardado: só as tentativas recusadas pela lista de expressões, como no parágrafo acima. No painel do responsável elas aparecem como ✏️ ícones e 🔊 sons. O ícone pronto aparece na sua tela, e o que acontece quando você o baixa está no parágrafo seguinte; o som vira a etiqueta do vídeo novo, em português.

Baixar um ícone como GIF ou como vídeo (os dois botões da tela de Ícones). Quem desenha o ícone que se mexe é este servidor: ele abre o desenho num navegador dele, fotografa quadro a quadro e monta o arquivo. Nada dessa etapa atravessa para o computador que executa os modelos, não usa a placa de vídeo e não sai para a internet. Nada disso fica guardado: o GIF é montado na memória e vai embora na resposta, e o vídeo — que só pode ser codificado a partir de um arquivo — passa por uma pasta temporária deste servidor, fora da pasta onde ficam as suas coisas, e é apagado assim que a resposta sai. Não fica registrado quando nem quantas vezes você baixou, e o arquivo não é reaproveitado: cada toque desenha de novo. O arquivo Lottie do terceiro botão é diferente — ele é montado no seu próprio navegador, e baixá-lo não pede nada a este servidor. O que fica guardado do ícone continua sendo só a receita, e só quando você toca em Salvar: é o que conta o parágrafo Ícones que você salva, mais abaixo.

Chamar o site de fora. O administrador pode criar chaves que permitem a outro programa usar o site sem abrir o site: conversar com o modelo de texto (no mesmo formato da API da OpenAI, para que programas feitos para ela funcionem aqui), pedir um ícone, gerar uma imagem, procurar nos documentos, pesquisar na web, ler uma página e mandar um texto grande com uma pergunta sobre ele. Só ele cria e revoga essas chaves. Uma conversa feita por chave não é gravada — e desde 05/09/2026 essa é a única conversa que existe neste site, porque o chat da tela saiu: nem a pergunta nem a resposta ficam no site — e isso vale também para o texto grande, que é lido pelo modelo e descartado, sem cópia em disco. O que fica é a linha de consumo descrita em Quanto você usou a placa de vídeo, com os números e por qual chave veio. Uma chave vale apenas para a conta a que pertence e não dá acesso a nada seu: nem às suas imagens, nem aos seus documentos — e isso continua valendo mesmo quando a chave é de um administrador, que pelo site enxerga mais do que pela chave. O que entra por elas passa pelas mesmas regras desta página — a lista de expressões recusadas e o registro da tentativa — e espera na fila atrás de quem está usando o site. O teto de uma chave é um número de pedidos por dia, contado por chave e definido pelo administrador: o limite diário de pesquisas e o de imagens, que valem para a sua conta nas telas do site, não são o que segura uma chave. Uma imagem pedida por chave é gravada na galeria da conta dona da chave, como se tivesse sido pedida pela tela. A chave em si é guardada de forma cifrada, da qual não é possível recuperá-la. Um programa pode usar essas chaves de dois jeitos — chamando os endereços do site diretamente, ou como conector remoto de um cliente MCP — e os dois passam exatamente pelas mesmas regras deste parágrafo: são a mesma porta, com a mesma chave, e nenhum deles guarda nada além do que está descrito aqui.

Ícones que você salva. O botão Salvar guarda o ícone na sua conta. O que fica gravado é a receita — o nome do ícone, os movimentos, a duração e a cor —, e não o arquivo nem a frase que você digitou: o ícone é remontado a partir dela cada vez que a tela abre. Só você vê os seus ícones salvos: eles não vão para o mural, não têm link público, e o administrador não os lista. Não guardamos a data em que você salvou. Cabem 24 por conta, e quando lotar o site avisa em vez de apagar o mais antigo. Ficam ali até você apagá-los — o 🗑 de cada um tira a receita na hora — e excluir a conta leva todos junto.

Páginas abertas por uma chave. Uma chave de API também pode pedir ao site que abra um endereço e devolva o texto dele (/v1/ler). Essa visita também sai do servidor e também fica registrada, do mesmo jeito e pelo mesmo prazo: o endereço, o nome de usuário da conta dona da chave, a data e o IP. É a mesma razão da pesquisa: quem recebe a visita vê o endereço do servidor, e não o de quem pediu, e o registro é o que permite dizer de quem ela partiu. O que segura essas leituras é o teto da própria chave, como no parágrafo acima — o limite diário de pesquisas não alcança nenhuma delas.

Aviso no celular quando a imagem fica pronta — só se você marcar. No seu perfil e na tela Criar imagem há uma caixa, avisar neste aparelho quando ficar pronto — é a mesma caixa nos dois lugares, e ela vale para todos os pedidos longos (imagem, alterar um pedaço de uma imagem, clipe de vídeo, som num vídeo — e, só para o administrador, o treino de um jeito de desenhar, que é o mais longo de todos). Enquanto você não a marcar — e o seu navegador ainda pedir a sua permissão depois disso — nada do que está descrito neste parágrafo existe. Marcada, o site guarda o que o seu navegador gera naquele aparelho: um endereço de entrega sorteado pelo serviço de push do próprio navegador e duas chaves de criptografia. Não é o número do seu telefone, nem o modelo do aparelho, nem a sua localização: é um endereço que só serve para entregar recado naquele navegador, e que você revoga a qualquer momento desmarcando a caixa, saindo da conta naquele aparelho (o botão Sair apaga o endereço dele — só o dele: os seus outros aparelhos continuam avisando), trocando a sua senha (apaga o endereço de todos os seus aparelhos menos o que mandou trocar, junto com as sessões deles — e, quando é o administrador quem define uma senha nova para você pelo painel, apaga o de todos) ou apagando os dados do site nele. Excluir a conta apaga todos.

Esse endereço fica em um serviço de terceiro — o do fabricante do seu navegador, na prática o Google (Chrome, Android), a Mozilla (Firefox) ou a Apple (Safari) —, porque é ele quem consegue acordar o aparelho com o site fechado. O que enviamos por ali é cifrado de ponta a ponta, com as chaves que o seu navegador gerou: o serviço de push transporta o envelope sem ter como abri-lo. Dentro dele vão só o aviso de que a imagem (ou o clipe de vídeo) ficou pronta e o começo do pedido que você escreveu — nunca a imagem, nem o vídeo, nem seu nome de usuário. No aviso do treino não vai nem o pedido: no lugar dele vão as duas coisas que o administrador precisa escolher depois para desenhar com o traço novo. O que o serviço de push fica sabendo é que alguém mandou um recado àquele endereço, e a hora; se isso já é demais para você, é só não marcar a caixa: o site continua avisando na aba, como sempre fez.

Quanto você usou a placa de vídeo. Cada vez que um pedido seu ocupa a placa — uma imagem, um vídeo, um ícone, a indexação de um documento que você envia (o trabalho de ler o arquivo para você poder procurar dentro dele depois), e também os passos auxiliares em volta dele, que hoje são três e todos botão seu: o ✨ Melhorar com IA — o da tela Criar imagem (com o Refinar ao lado dele) e o da caixa de criar da galeria —, a receita de um ícone e o som que você escreve no 🔊 de um vídeo — fica registrado quanto aquilo custou: o tipo do pedido, o modelo que respondeu, o tempo em que a placa ficou ocupada e, quando o modelo informa, quanto texto foi lido e escrito (em pedaços de palavra, que é como o modelo conta). O que você escreveu e o que saiu não estão nesse registro: são números, não conteúdo — é o par do registro de pesquisas acima, que guarda o quê; este guarda só o quanto. Se o pedido veio por uma chave (ver abaixo), fica anotado por qual. No caso de uma imagem, fica anotado também de qual pedido de imagem seu aquela linha é — um número interno, não o texto que você escreveu. Isso existe por uma razão só: quando a conexão com o computador de casa cai no meio e o site refaz a imagem, as duas idas à placa somam o tempo numa única linha, em vez de a mesma imagem aparecer duas vezes no seu extrato e na média da página de status. Ele serve para você ver o seu próprio consumo — a tela Uso mostra o seu extrato do mês, e só o seu — e para o responsável saber quanto o site custa em tempo de máquina: o painel dele soma esses números por pessoa e para o site inteiro. Quando a sua conta é excluída, essas linhas deixam de apontar para você: o número da conta e o do pedido de imagem são apagados delas na mesma hora e sobram só os totais, sem dono.

A página pública de status. A /status é aberta a qualquer pessoa, com ou sem conta, e mostra números do site inteiro: se a placa de vídeo está ligada, quantos trabalhos há na fila neste instante, o tempo médio de uma imagem nos últimos 30 dias e, por dia, a fração do tempo em que a placa esteve de pé. Nenhum deles tem dono — não aparece quem está na fila, nem quem pediu o quê. O histórico vem de uma pergunta que o próprio servidor faz ao computador de casa a cada cinco minutos, e o que fica guardado dela, por 90 dias, é só se ele respondeu e o tamanho da fila naquele momento.

Para que é usado

Exclusivamente para o site funcionar: autenticar você, mostrar seu histórico, organizar a fila de uso da placa de vídeo e aplicar limites de uso. Não há publicidade, rastreamento, perfilamento nem análise de comportamento. A site não "aprende" nada sobre você: até 05/09/2026 havia uma memória do assistente, que só existia se você a ligasse e que você lia e apagava, e ela saiu junto com o chat.

Com quem é compartilhado

Com ninguém. Seus dados não são vendidos nem cedidos, e não há terceiro que receba seus documentos ou suas imagens. O administrador do site tem acesso técnico ao servidor e, portanto, consegue ver as contas, os pedidos de imagem e as imagens geradas. São dois os serviços de fora que o site aciona, e os dois estão descritos aqui: o de aviso ao administrador, logo abaixo, e o de aviso no seu celular, descrito acima — que só existe se você o marcar e que entrega o recado cifrado, sem conseguir lê-lo. Eram quatro até 05/09/2026: o Telegram (que transportava a conversa do bot) e os servidores MCP de fora (que recebiam o que o assistente escrevia para a ferramenta chamada) saíram junto com o chat, e o site não fala mais com nenhum dos dois.

Aviso ao administrador. Quando uma conta é criada e fica aguardando aprovação, e quando ela é aprovada, o site envia ao celular do administrador um recado por um serviço de notificação (por padrão o ntfy.sh). Vai nesse recado apenas o seu nome de usuário e o fato de a conta ter sido criada ou liberada — nem o seu e-mail, nem o seu IP, nem nada do que você escreve no site. Pelo mesmo canal, uma vez por semana, o administrador recebe um resumo em números do site inteiro: quantas pessoas usaram, quantas imagens e mensagens, quantos pedidos foram recusados pela lista de termos e quanto tempo a placa esteve fora. Não vai nome de usuário, nem texto de pedido algum — o pedido recusado aparece mascarado, como no painel.

Aviso ao administrador quando uma página quebra. Pelo mesmo canal, se algo der errado dentro do site e a página mostrar o recado dizendo que o administrador foi avisado, sai um recado com o nome técnico do erro e o caminho da página — por exemplo, "erro tal em /galeria". Não vai o seu nome de usuário, não vai o seu IP, não vai nada do que você escreveu e não vai o que estiver no endereço depois do caminho. Sai no máximo um recado desses a cada quinze minutos, mesmo que o erro se repita.

Links públicos. Você pode criar, para uma imagem sua, um link público: um endereço com um código aleatório que mostra aquela imagem e o texto que aparece embaixo dela na sua galeria a qualquer pessoa que tenha o endereço, sem precisar de conta — o pedido que você escreveu, quando houve um, ou o nome que o próprio site deu à figura quando não houve ("página 3 de um PDF", "foto sem fundo"), e a página diz de qual dos dois se trata. Nada mais fica visível por ele — nem seu nome de usuário, nem suas outras imagens. Só você cria o link de uma imagem sua, e o endereço não aparece em nenhuma página do site (nem na galeria, nem no painel do administrador): ele é mostrado a você no momento em que você o cria ou o consulta. A página pede aos buscadores que não a indexem. Enquanto o link existe, o site conta quantas vezes foi aberto e a data da última visita — não guardamos quem abriu nem de onde, além dos registros de acesso do servidor web citados acima. Você pode revogar o link quando quiser, e excluir a imagem revoga o link junto; a partir daí o endereço deixa de mostrar qualquer coisa. O administrador do site também pode revogar um link.

Mural do site. Você pode marcar uma imagem ou um vídeo seu para aparecer no mural. Enquanto ela estiver lá, as outras pessoas que têm conta neste site — e só elas, pois o mural exige login — veem esse trabalho, o pedido que o gerou (ou, quando não houve pedido nenhum, o nome que o próprio site deu àquilo — veja a lista logo abaixo) e o seu nome de usuário — aquele que, se sua conta nasceu pelo Google, é o começo do seu e-mail, como explicado acima. O que você não marcou continua invisível para elas. Quem marca é você: nem o administrador nem ninguém coloca no mural nada seu. Estar no mural dá às outras pessoas apenas o direito de ver e ouvir: o site não permite que elas alterem, reaproveitem ou excluam o arquivo — mas, como em qualquer página, quem o vê pode guardar uma cópia dele. Você pode tirá-lo do mural quando quiser, e o administrador também pode tirar qualquer coisa de lá.

O que cada tipo leva junto para o mural. São dois desde 05/09/2026 — a música saiu do site, e com ela o cartão que expunha a letra —, e o que fica exposto muda entre eles; por isso a caixa que aparece antes de marcar diz, em cada caso, exatamente o que vai ser visto:

Favoritas. O ★ de uma imagem sua guarda, junto com ela, apenas a informação de que você a marcou — é um marcador para você reencontrá-la na sua galeria. Isso não mostra a imagem a mais ninguém e não aparece em nenhuma outra tela: nem para as outras pessoas com conta, nem para o administrador, que também não pode marcar nem desmarcar favorita de ninguém. Não guardamos a data em que você marcou. O mesmo botão desmarca, e excluir a imagem leva a marca junto.

A biblioteca de vídeos. O administrador pode manter no servidor uma biblioteca de séries e filmes que ele copia do computador dele — os Termos de Uso dizem de quem é a responsabilidade por ela. Sobre você, ficam guardadas três coisas. A primeira é uma marca na sua conta dizendo que ele liberou o seu acesso — um sim ou não, que só ele muda e que nasce "não" para todo mundo.

A segunda é onde você parou, e ela existe para a tela poder abrir o episódio no meio e oferecer o seguinte. São dois registros, ligados à sua conta: o segundo em que você estava em cada episódio que abriu (com a marca de já ter chegado ao fim dele) e, por série, qual foi o último episódio que você viu. Cada um dos dois carrega uma data, e uma só: a da última vez que aquele registro mudou. Ela serve para uma coisa só — ordenar a estante, pondo na frente o que você viu por último, na faixa "Continuar assistindo" e nas seções do catálogo. Nenhuma tela mostra essa data, nem para você nem para o administrador. É tudo o que esse registro guarda: não guardamos histórico do que você assistiu — nem uma lista de sessões, nem quantas vezes, nem por quanto tempo em cada uma, nem quando você abriu cada episódio pela primeira vez. A linha de um episódio é sobrescrita pela seguinte, não acumulada, e a data vai junto: fica a última, e as anteriores não ficam em lugar nenhum.

Há uma outra coisa que reescreve esse número, e é a única: quando o administrador corta um pedaço de um episódio (ou desfaz o corte), o site recalcula o segundo guardado para que ele continue apontando para o mesmo lugar do episódio. Isso muda o número e nada mais — não mexe na data (um corte do administrador não é uma visita sua), não guarda quem cortou nem quando, e não vira registro do que você assistiu.

A terceira é a sua escolha de já começar o próximo episódio quando este acabar: um sim ou não guardado na sua conta, que só você muda — a caixa de marcar no seu Perfil — e que nasce ligado. Ele não é registro do que você assistiu: não tem data, não conta quantas vezes nem quando você mudou de ideia, e fica apenas valendo o estado de agora, sobrescrito pelo seguinte. Vale para a sua conta, em qualquer aparelho — ao contrário do volume do vídeo, que o tocador guarda no próprio navegador, só naquele aparelho, e que não chega a este servidor.

Isso é seu e de mais ninguém: nenhuma outra conta vê onde você parou, e o painel do administrador não mostra isso de ninguém. Sai junto com a sua conta se ela for excluída, e sai junto com o episódio se o administrador o apagar da biblioteca.

Há uma única coisa que o administrador vê a respeito disso, e é um número: quando ele vai tirar uma série, uma temporada ou um episódio da biblioteca, a tela avisa quantas pessoas perdem o ponto em que pararam naquilo — para ele decidir sabendo o que a exclusão custa. É só a quantidade: não aparece quem são, nem em que ponto cada uma estava, nem o que cada uma viu. O número é calculado na hora e não fica guardado em lugar nenhum.

Uma coisa aparece para as outras pessoas enquanto durar, e é a única: se o administrador tiver posto um limite de quantas pessoas assistem ao mesmo tempo e ele estiver cheio, quem chegar depois vê o seu nome de usuário e o episódio que você está assistindo, para poder se combinar com você. Isso existe só naquele instante — vive na memória do servidor, some quando você sai (ou em um minuto, se o seu aparelho parar de avisar que está lá) e não deixa nenhum registro no banco de dados. O painel do administrador mostra a mesma lista pela mesma razão, e pelo mesmo prazo.

Onde fica

Num servidor privado (VPS) e no computador pessoal que executa os modelos. O acesso ao site é sempre por conexão cifrada (HTTPS).

Quando você usa melhorar nitidez, a imagem escolhida é enviada de volta ao computador que executa os modelos e uma cópia de trabalho fica guardada na pasta de entrada dele. Essa cópia não é apagada automaticamente quando você exclui a imagem aqui no site — se quiser que ela saia de lá também, peça pelo contato abaixo.

A coleção de treino do administrador. O administrador pode juntar imagens dele — as que ele marcou com o ★ ou guardou numa lista dele — numa coleção que vai para o computador que executa os modelos, para ensinar um traço novo. O que sai daqui é uma cópia de cada imagem escolhida, no tamanho do treino, e um pequeno arquivo de texto ao lado de cada uma com o pedido que a gerou. Essa cópia fica na pasta de entrada daquele computador e não é apagada automaticamente quando a imagem é excluída aqui no site, como acontece com as outras cópias de trabalho descritas nesta seção. Nenhuma imagem de outra conta entra nisso: só as do próprio administrador. No servidor do site nada é guardado por causa disso — a coleção é montada na memória, enviada e descartada; não fica uma segunda cópia aqui.

Vale o mesmo quando você usa transformar uma foto. A foto pode vir de dois lugares. Se for um arquivo que você envia na hora, ele não é guardado no servidor do site, mas é repassado ao computador que executa os modelos e uma cópia de trabalho fica na pasta de entrada dele até que o responsável a apague; fica registrado aqui, junto com a imagem gerada, o nome dessa cópia e o que você pediu — não a foto original. Se for uma imagem que já está na sua galeria — pelo botão "ou escolher uma imagem sua" —, ela continua sendo a mesma imagem, com as mesmas regras: o arquivo não sai nem volta pelo seu aparelho, é este servidor que o lê do próprio disco e o repassa àquele computador, e fica registrado junto com a imagem gerada de qual imagem sua ela saiu, além do que você pediu.

Vale o mesmo quando você usa Tirar o fundo. A foto pode vir de dois lugares. Se for um arquivo que você envia na hora, ele não é guardado no servidor do site, é repassado ao computador que executa os modelos e uma cópia de trabalho fica na pasta de entrada dele até que o responsável a apague. Se for uma imagem que já está na sua galeria — pelo botão "ou escolher uma imagem sua", ou pelo ✂️ da própria figura —, ela continua sendo a mesma imagem, com as mesmas regras: o arquivo não sai nem volta pelo seu aparelho, é este servidor que o lê do próprio disco e o repassa, e fica registrado junto com o resultado de qual imagem sua ele saiu. Aqui fica o resultado — a mesma foto sem o fundo, em PNG — na sua galeria, como qualquer outra imagem sua, e junto com ele o nome dessa cópia. Não há pedido escrito nenhum nesse caminho: você não descreve nada, então não há texto seu para guardar. A legenda que aparece embaixo dela na galeria — "foto sem fundo" — é um nome que o site escreveu, e não algo que você tenha digitado.

Quando você segue adiante e usa trocar o fundo — pôr essa foto sem fundo na frente de uma cor, de outra foto sua ou de um fundo desenhado pelo site —, quem junta as duas é este servidor, e não o computador que executa os modelos: nada dessa etapa atravessa para lá. A foto que você envia como fundo não é guardada: ela é lida na memória, colada atrás do recorte e descartada quando a resposta sai. Se em vez disso você escolher uma imagem que já está na sua galeria, ela continua sendo a mesma imagem, com as mesmas regras, e não sai nem volta pelo seu aparelho — é este servidor que a lê do próprio disco. O que fica é a imagem resultante — que contém aquele fundo — na sua galeria, como qualquer outra imagem sua, e junto com ela o registro de que foi uma troca de fundo, qual cor você escolheu (quando foi uma cor) e qual imagem da sua galeria serviu de fundo (quando o fundo foi desenhado pelo site ou escolhido na sua galeria). Se o fundo foi desenhado a partir de uma frase sua, essa frase é um pedido de imagem como os outros e segue as mesmas regras deles, descritas acima.

Quando você usa cortar as bordas (o 🔲 de cada imagem), quem corta é este servidor, e não o computador que executa os modelos: nada dessa etapa atravessa para lá, e não há pedido escrito nenhum — você só arrasta um quadro por cima da própria figura. O que fica é o pedaço, na sua galeria, como qualquer outra imagem sua, junto com a medida dele e a legenda da imagem de onde ele saiu. A imagem de antes não é apagada nem substituída: as duas ficam.

Quando você usa transformar um PDF em figura (a posição Um print da caixa de criar da Galeria), quem desenha a página é este servidor, e não o computador que executa os modelos: nada dessa etapa atravessa para lá. O arquivo que você envia não é guardado: ele é escrito numa pasta temporária só pelo tempo de o programa ler a página, e essa pasta é apagada antes de a resposta sair — não fica cópia dele em lugar nenhum deste servidor, nem do PDF inteiro nem das outras páginas. O que fica é a figura daquela página, na sua galeria, como qualquer outra imagem sua, e junto com ela o registro de que ela veio de um PDF, qual página você pediu e quantas o arquivo tinha. O nome do arquivo que você enviou não é guardado. Não há pedido escrito nenhum nesse caminho — você não descreve nada —, e a legenda que aparece embaixo dela na galeria ("página 3 de um PDF") é um nome que o site escreveu, e não algo que você tenha digitado.

Quando você usa tirar o print de um site (a mesma posição Um print da caixa de criar da Galeria, escolhendo Um site), quem abre a página é este servidor, num navegador dele: nada dessa etapa atravessa para o computador que executa os modelos. O endereço que você escreve fica guardado em dois lugares, e é o principal desta seção: ele entra no registro de pedidos deste site — a mesma lista em que ficam as suas pesquisas, com a sua conta, o seu IP e a data, apagada depois do prazo descrito lá em cima — e fica junto da figura que saiu, para você saber meses depois de onde ela veio. Se o endereço tiver uma expressão da lista de recusas, ele é recusado e a recusa fica registrada do mesmo jeito. A página que o navegador baixou não é guardada: o navegador é fechado quando o print sai, e o que fica no disco é a figura — nenhum texto, nenhum arquivo e nenhum cookie daquele site ficam aqui. A legenda que aparece embaixo dela na galeria ("a página de exemplo.com") é um nome que o site escreveu a partir do endereço, e não algo que você tenha digitado.

Quando você pede muitas de uma vez (o 🎲 de cada imagem, ou uma leva pedida na caixa de criar da galeria), o site refaz o mesmo pedido várias vezes, mudando só o quanto o desenho segue o que você escreveu e o número do sorteio. Todas nascem soltas na sua galeria como qualquer imagem sua — mesmo que você tenha pedido de dentro de uma pasta —, e todas contam no seu limite do dia. Enquanto elas saem, aparece uma caixa para você comparar lado a lado e separar: o 👎 apaga aquela imagem na hora, do banco de dados e do disco, e não há como trazê-la de volta; o 👍 guarda a imagem numa coleção sua. O que você não marcar fica na galeria do mesmo jeito — a caixa não apaga nada sozinha.

Nessa mesma caixa há um botão que guarda de uma vez as que ainda estiverem lá — as que você já jogou fora com o 👎 não vão, porque elas já não existem. Ele pede a coleção do mesmo jeito que o 👍 e guarda a mesma coisa que ele: uma referência a cada imagem, nada além disso.

O que fica guardado de uma leva. Junto de cada pedido feito dentro de uma leva, o site guarda a qual leva ele pertence e de quantos pedidos ela era feita — uma marca sorteada por este servidor e um número, e nada além disso: o que você escreveu continua guardado em cada pedido, como em qualquer imagem sua. Essa marca serve a duas coisas que você vê. O aviso no celular, se você o tiver marcado, sai uma vez só, no fim, dizendo quantas ficaram prontas — e não uma vez por imagem. E a sua Galeria oferece reabrir a caixa de comparar uma leva daquele dia, para você separar mais tarde o que não deu tempo de separar na hora; essa oferta vale pelo dia de hoje e some sozinha quando o dia vira — as imagens continuam na sua galeria do mesmo jeito. Quando você exclui a conta, essa marca é apagada junto com os pedidos, como tudo mais que há neles.

Se você pediu a leva com uma coleção aberta, o site guarda também para qual delas o botão do fim daquela caixa aponta — o número da sua coleção, para que ele não precise perguntar de novo se você voltar a ela mais tarde. Ele não guarda nada na coleção: quem faz isso é você, no botão, depois de jogar fora as que não prestaram. Se você apagar essa coleção, esse número deixa de apontar para alguma coisa e a caixa volta a perguntar em qual lista guardar; ele sai junto com a conta, como o resto do pedido.

As coleções. O 👍 de cada imagem sua, na Galeria, guarda ela numa coleção — a mesma caixa e a mesma lista da leva de dez, e você pode escolher uma lista que já existe ou criar uma na hora. Uma coleção é uma lista com um nome que você escreve e uma frase sua dizendo o que aquelas imagens têm em comum — os dois textos ficam guardados no banco de dados deste servidor, junto com a sua conta. A coleção guarda referências às imagens, não cópias delas: o pedido e os ajustes de cada uma continuam sendo os da própria imagem, no mesmo lugar de sempre. Ela é sua e de mais ninguém — nem outras contas nem o responsável pelo site têm tela que a mostre. Excluir uma imagem tira ela das coleções em que estivesse, automaticamente; apagar uma coleção não apaga imagem nenhuma, some só a lista.

Na Galeria também dá para marcar várias imagens e guardar todas de uma vez — a barra que aparece quando você marca a primeira imagem tem esse botão, e ele pede a coleção pela mesma caixa do 👍. O que fica guardado é o mesmo: uma referência a cada imagem, nada além disso. Ele alcança só as suas imagens, e por isso o botão não existe na tela em que o responsável pelo site vê o que foi gerado por todas as contas.

Uma imagem também pode nascer dentro de uma coleção: a caixa de criar da Galeria, quando você está com uma pasta aberta, guarda nela a figura nova assim que ela fica pronta. O que é registrado é a mesma coisa que o 👍 registra — uma referência àquela imagem sua, dentro daquela lista sua —, e o 👍 continua valendo para guardar depois, ou em outra lista.

Uma coleção também pode ficar dentro de outra — uma pasta e as pastas dentro dela, e nada abaixo disso. O que fica guardado é só isso: qual coleção sua está dentro de qual coleção sua. Vale a mesma regra do resto — é sua e de mais ninguém —, e apagar a coleção de fora não apaga as de dentro: elas voltam a ser coleções soltas, com as imagens delas intactas.

Vale o mesmo quando você usa uma imagem como referência (a aba No estilo desta, na tela Criar imagem). A referência pode ser uma imagem que já está na sua galeria — e aí ela continua sendo a mesma imagem, com as mesmas regras — ou um arquivo que você envia na hora: esse não é guardado no servidor do site, é reduzido no seu próprio navegador antes de sair e repassado ao computador que executa os modelos, onde uma cópia de trabalho fica na pasta de entrada dele até que o responsável a apague. Fica registrado aqui, junto com a imagem gerada, o nome dessa cópia, o quanto você pediu para puxar da referência e a cena que você descreveu — não o arquivo original.

Vale o mesmo quando você altera um pedaço de uma imagem sua (o 🖌 da galeria). Vão duas coisas para o computador que executa os modelos: a imagem escolhida — que já é sua e já está aqui — e um segundo arquivo, em preto e branco e do tamanho dela, que diz apenas onde você pintou. Esse segundo arquivo não é guardado no servidor do site: ele é desenhado no seu próprio navegador e repassado direto àquele computador, onde uma cópia de trabalho fica na pasta de entrada dele até que o responsável a apague. O que fica registrado aqui, junto com a imagem nova, é o nome dessas cópias de trabalho e o que você pediu que entrasse no lugar — nunca o desenho do que você pintou. A imagem de antes continua na sua galeria do mesmo jeito, e as cópias de trabalho seguem a regra desta seção: não são apagadas automaticamente quando você exclui a imagem aqui. Você pode pedir a exclusão pelo contato no fim desta página.

Copiar o texto de algo é a mesma leitura por outra porta, e tem duas metades que passam por lugares diferentes. Quando você manda uma foto ou um print, ele é lido pelo mesmo modelo de visão, no computador de casa, reduzido a até 1600 pixels no maior lado — letra miúda precisa de pixels para ser lida. Essa foto pode ser um arquivo do seu aparelho ou uma imagem que já está na sua galeria (o botão "ou escolher uma imagem sua", e o 📄 de cada figura): nesse segundo caminho ela continua sendo a mesma imagem, com as mesmas regras, e não sai nem volta pelo seu aparelho — é este servidor que a lê do próprio disco e a manda ao modelo. Quando você manda um documento (PDF, Word, texto, planilha), nada disso acontece: o texto é extraído aqui mesmo, no servidor do site, e o arquivo não chega nem perto do computador de casa. Em nenhum desses caminhos o arquivo que você envia é guardado — nem em disco, nem no banco, nem em cópia de trabalho — e o texto que aparece na tela também não: ele é seu para copiar, e some quando você fecha a página. A única maneira de ele ficar é você apertar Guardar nos Documentos, e aí o que fica é um documento seu como qualquer outro, na lista que você mesmo apaga. O que fica registrado é o de sempre: quantas vezes e por quantos segundos a placa trabalhou, no seu extrato em /uso, mais a conta de quantas imagens você leu hoje — que existe só para o limite diário e zera todo dia. Ler um documento não entra nessa conta, porque não usa a placa.

Há um caso em que o texto lido passa a ser guardado, e ele é sempre uma escolha sua, feita depois de você ler o que saiu: o botão Guardar nos Documentos. A partir daí aquilo é um documento seu como qualquer outro — fica no disco deste servidor, é fatiado e indexado para você conseguir procurar dentro dele, e some inteiro quando você o exclui em /documentos. Vale a pena parar um segundo antes de apertar: guarde só o que você tem o direito de guardar.

Cookies

Seis, e todos são necessários para o site funcionar. Cada um está nomeado aqui como o seu navegador o mostra, para você conseguir conferir a lista por conta própria. O primeiro é o de sessão (studio_session), que mantém você conectado e vale trinta dias. O segundo é o do aviso no celular (studio_aparelho), e é o de vida mais longa que este site guarda no seu navegador: se você marcar a caixa de avisar neste aparelho, ele guarda um resumo embaralhado do endereço de entrega daquele aviso — nunca o endereço em si —, e é isso que permite ao botão Sair desligar o aviso deste aparelho sem mexer nos seus outros. Ele vale 400 dias porque precisa continuar valendo depois de a sua sessão vencer, e é apagado quando você sai da conta, desmarca a caixa ou apaga os dados do site naquele aparelho. O terceiro é o da tela de espera (studio_pendente): enquanto a sua conta espera aprovação ele guarda um código assinado que identifica a conta, para a tela conseguir avisar quando você for liberado; assim que a decisão sai, ele deixa de identificar a conta e passa a guardar apenas a decisão — liberado ou recusado —, para a página continuar dizendo a verdade se você recarregá-la ou voltar depois. Ele vale sete dias e some sozinho. Os dois seguintes (g_state e g_next) existem apenas durante a entrada pelo Google e valem dez minutos: um guarda um código aleatório que amarra a volta do Google ao mesmo navegador que começou, e o outro guarda o endereço da tela deste site que você tentou abrir, para você ser levado de volta a ela depois de entrar em vez de cair sempre na tela inicial. Os dois são apagados assim que você entra. O sexto (studio_nome) só nasce quando o site recusa a sua entrada ou o seu cadastro, vale cinco minutos e guarda apenas o nome de usuário que você acabou de digitar, para a tela devolvê-lo preenchido em vez de fazer você escrever tudo de novo; ele é apagado assim que a tela o usa. A sua senha não é guardada em cookie nenhum — ela nunca volta para a tela. Não há cookies de publicidade nem de análise.

Instalar o site no celular. O site pode ser adicionado à tela inicial e aberto como um aplicativo. Isso não cria conta nova nem envia nada a lojas de aplicativos: o que o navegador guarda no seu aparelho são a folha de estilo e os ícones do site, para ele abrir bem com conexão ruim. Seus documentos e suas imagens não são guardados no aparelho — continuam sendo buscados no servidor a cada visita, como antes. Desinstalar o atalho apaga essa cópia.

Seus direitos

Você pode pedir a exclusão da sua conta a qualquer momento. Ao excluí-la, apagamos seus pedidos e suas imagens, tanto do banco de dados quanto do disco — e, junto, o que sobrou no banco das coisas que saíram do site em 05/09/2026 (as suas conversas, a memória do assistente, as tarefas agendadas, o vínculo com o Telegram e as suas músicas). A única exceção é o registro de pesquisas na internet descrito acima — ele fica, com o nome de usuário e o IP, até o prazo de retenção definido pelo administrador acabar, quando some sozinho; não é possível apagá-lo antes disso, nem a pedido, porque ele existe justamente para atribuir cada pesquisa a quem a fez. Os números de quanto você usou a placa, descritos acima, também ficam — mas sem o número da sua conta, que é apagado deles na exclusão: deixam de ser seus e passam a ser só o total do site. Você também pode pedir uma cópia dos seus dados.

Contato

Ainda não há um endereço de contato publicado neste site. Os pedidos descritos acima continuam valendo — a exclusão da sua conta, uma cópia dos seus dados, a remoção da cópia de trabalho de uma foto: nenhum deles deixa de ser seu direito por falta de um e-mail nesta página. Enquanto ele não estiver aqui, o caminho é falar direto com quem administra o site, pela mesma via por onde você recebeu o acesso a ele.

Veja também os Termos de Uso.